Polo Madeireiro


Após gestões coordenadas pelo deputado Fernando Cury e o prefeito de Botucatu, João Cury,  Governo do Estado autorizou recentemente a liberação de R$ 300 mil para que seja elaborado um estudo de viabilidade econômica, financeira e operacional para a possível criação de um Polo Moveleiro em Botucatu, que deverá beneficiar toda a região. Essa foi uma das bandeiras apresentadas durante a campanha eleitoral de 2014.

O que significa ser um “Polo” em determinado setor?

As empresas localizadas nos chamados Arranjos Produtivos Locais (APLs), que podem ser de diferentes setores e formam o chamado “Polo”, produzem diversos tipos de produtos em municípios que já desenvolvem uma forte atividade comercial. Exemplos: No ramo de calçados, são exemplos: Franca, Birigui e Jaú, e no segmento aeroespacial um modelo é São José dos Campos.

Na região de Botucatu, em um raio de 100 quilômetros, há quatro indústrias que têm como matéria-prima principal a madeira e há uma grande quantidade de florestas sustentáveis. Caso Botucatu se transforme em um “Polo Moveleiro”, muitas outras empresas que compõem essa cadeia produtiva seriam atraídas para o município, gerando emprego, renda e desenvolvimento para nossa população.

O Polo Moveleiro também vai beneficiar os pequenos e médios produtores rurais que terão novas oportunidades de negócio e crescimento. Com a exploração de madeira nobre via manejo sustentável, em área de reserva permanente, serão geradas importantes oportunidades de negócio. 

Vantagens – O objetivo dos “Polos” facilitar o acesso de micro, pequenas e médias empresas a programas de gestão empresarial e linhas de financiamento, visando o seu fortalecimento no mercado interno e acesso ao mercado externo.

Em São Bernardo do Campo, por exemplo, de acordo com dados de 2013, havia 77 empresas instaladas em seu Polo Moveleiro, que foram responsáveis pela geração de 1.249 empregos. Em Votuporanga, onde 70 empresas movimentam esse setor, foram abertas 2.078 vagas de trabalho.